quarta-feira, 1 de maio de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Crianças de 4 anos deverão estar obrigatoriamente matriculadas nas escolas em 2016
Estados e municípios têm até 2016 para garantir a oferta de vagas
A partir de 2016, todas as crianças deverão ser matriculadas na educação básica a partir dos quatro anos de idade. É o que determina a Lei 12.796, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff na última sexta-feira (5). A lei também ajusta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tornando obrigatória a oferta gratuita de educação básica a partir desta mesma idade.
Para atender a essa obrigatoriedade de pais e responsáveis, as redes municipais e estaduais deverão se adequar, dentro do mesmo prazo, para acolher alunos de quatro a 17 anos. O fornecimento de transporte, alimentação e material didático também será estendido a todas as etapas da educação básica.
A nova lei estabelece, ainda, que a educação infantil - que contemplará crianças de quatro e cinco anos na pré-escola - seja organizada com carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por no mínimo 200 dias letivos. O atendimento ao estudante deve ser, no mínimo, de quatro horas diárias para o turno parcial e de sete para a jornada integral, medida que já valia para os ensinos fundamental e médio.
Importância de Brincar na Educação Infantil
"Soubéssemos nós adultos preservar o brilho e o frescor da brincadeira infantil, teríamos uma humanidade plena de amor e fraternidade. Resta-nos, então, aprender com as crianças."(Monique Deheinzelin).
A brincadeira é uma linguagem natural da criança e é importante que esteja presente na escola desde a educação infantil para que o aluno possa se colocar e se expressar através de atividades lúdicas – considerando-se como lúdicas as brincadeiras, os jogos, a música, a arte, a expressão corporal, ou seja, atividades que mantenham a espontaneidade das crianças.
Foi preciso que houvesse uma profunda mudança da imagem da criança na sociedade para que se pudesse associar uma visão positiva a suas atividades espontâneas, surgindo como decorrência à valorização dos jogos e brinquedos. O aparecimento do jogo e do brinquedo como fator do desenvolvimento infantil proporcionou um campo amplo de estudos e pesquisas e hoje é questão de consenso a importância do lúdico. Dentre as contribuições mais importantes destes estudos, segundo Negrine (1994, p. 41), podemos destacar:
As atividades lúdicas possibilitam fomentar a "resiliência", pois permitem a formação do autoconceito positivo;
As atividades lúdicas possibilitam o desenvolvimento integral da criança, já que através destas atividades a criança se desenvolve afetivamente, convive socialmente e opera mental-mente.
O brinquedo e o jogo são produtos de cultura e seus usos permitem a inserção da criança na sociedade;
Brincar é uma necessidade básica assim como é a nutrição, a saúde, a habitação e a educação;
Brincar ajuda a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, através das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, relaciona idéias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades sociais, reduz a agressividade, integra-se na sociedade e constrói seu próprio conhecimento.
Brincando a criança desenvolve potencialidades; ela compara, analisa, nomeia, mede, associa, calcula, classifica, compõe, conceitua e cria. O brinquedo e a brincadeira traduzem o mundo para a realidade infantil, possibilitando a criança a desenvolver a sua inteligência, sua sensibilidade, habilidades e criatividade, além de aprender a socializar-se com outras crianças e com os adultos.
quarta-feira, 27 de março de 2013
FELIZ PÁSCOA
Páscoa significa renascimento, renascer. Desejo que neste dia, em que nós cristãos, comemoremos o seu renascimento para a vida eterna, possamos renascer também em nossos corações. Que neste momento tão especial de reflexão possamos lembrar daqueles que estão aflitos e sem esperanças. Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida e um eterno ressurgir. Não nos deixe esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho, tu estas conosco em nossos corações, porque mesmo que já tenhamos esquecido de ti, você jamais o faz. Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade, que muitas e muitas vezes esquece disso. Esquecem de ti e do teu sacrifício Quando agridem seu irmão, Quando ignoram aqueles que passam fome, Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação, Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo, Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso, um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor. Jesus... Conceda-me a graça de ser menos egoísta, e mais solidário para com aqueles que precisam. Que jamais esqueça de ti e de que sempre estarás comigo não importa quão difícil seja meu caminhar. Obrigado Senhor, Pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter. Por minha vida e por minha alma imortal. Obrigado Senhor! Amém. Feliz Páscoa!
quinta-feira, 21 de março de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Musicais do Lápis de Cor
RECORDAÇÕES
"As coisas boas da vida..
não são aquelas que duram para sempre.
Más são aquelas que deixam boas recordações."
O Instituto Pedagógico Lápis de Cor ao longo destes 19 anos teve momentos inesquecíveis que vale a pena ser relembrado.
Musicais de fim de ano.
Em 2007 - O Mundo Encantado do Circo - Com Patati Patatá - Direção de Fernando Bustamante
Em 2008 - Casa de Brincar com Lino Lopes e Viviam Germano - Direção de Deivison Lessa - Um musical de Vinicuis de Morais
2009 - Contos de Natal - Com Eunice Bráulio - Direção de Fernando Bustamante
2012 - Os Saltimbancos - Produção Cyntilante Produções - Direção Fernando Bustamante- A peça, inspirada no conto dos irmãos Grimm “Os Músicos de Bremen”, narra a história do encontro de quatro animais (um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata), que devido a maus tratos, fugiram de seus patrões. Juntos decidem formar um grupo musical e rumam à cidade para começar a carreira artística. No caminho encontram seus antigos donos e temendo serem novamente escravizados, resolvem enfrentá-los. Os bichos vencem e chegam à conclusão de que unidos conseguirão superar todas as dificuldades.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Educação de crianças e adolescentes: Como estabelecer limites
Cotidianamente ouvimos
falar em dificuldades de agentes socializadores como pais e professores em
gerenciarem limites em relação a crianças e adolescentes. Pais assoberbados
pelas tarefas profissionais ou mesmo domésticas, tendem a passar menos tempo
com os seus filhos e, frequentemente, delegam a responsabilidade de sua
educação a terceiros, como a própria escola. Outros, tem tempo para seus
filhos, porém, não sabem como gerenciar as dificuldades no estabelecimento de
limites.
Tanto os pais
quanto os professores têm dificuldades em entender tanto o comportamento de
suas crianças como o seu próprio comportamento. Alguns, movidos pela 'culpa' em
função do pouco tempo dispendido aos filhos, acabam por fazer concessões que
podem desfavorecer o aprendizado de regras culturais e morais importantes. Há
ainda, quem aja sob influência de orientações oferecidas em tempos passados, em
que a educação caracterizada por limites muito severos era criticada,
entendendo que dizer que 'não' aos filhos pode ser 'prejudicial'. A excessiva
severidade, de fato, é desaconselhada, mas ser permissível é igualmente
prejudicial.
Ausência de
regras e limites na educação de crianças pode trazer sérios problemas ao
relacionamento pais e filhos, além de produzir adolescentes e adultos com
falhas em seu desenvolvimento pessoal e social, entre eles, a ausência de
resistência à frustração e a infelicidade pessoal; o favorecimento do
envolvimento com drogas e outros comportamentos infratores como a delinquência juvenil
ou, até mesmo, o desenvolvimento de 'psicopatias' ou 'sociopatias'.
A análise do
comportamento e a psicologia possuem inúmeros estudos que comprovam a eficácia
de algumas medidas razoavelmente simples, que os pais desconhecem ou encontram
dificuldades adicionais em sua implementação. No entanto, a ausência de
compreensão de termos técnicos e a ausência de 'tradução' ou disseminação em
linguagem leiga podem dificultar a apropriação deste conhecimento pelos
interessados. Tentaremos oferecer algumas orientações básicas a seguir:
Em primeiro
lugar, é necessário definir quais limites se deseja estabelecer, ou seja, o que
'pode' e que 'não pode'ser feito, o que vale a pena proibir, quais regras vale
a pena estipular ou não. Isso varia de acordo com a época histórica em que
vivemos, com a cultura na qual estamos inseridos, com cada família e com a
idade da criança ou do adolescente, bem como o seu nível de desenvolvimento.
Uma vez estabelecidos quais limites respeitar (horário de dormir, das
refeições, dos estudos, das saídas com amigos, gerenciamento da mesada etc.), é
necessário explicitá-los antecipadamente por meio de uma conversa, deixando
claras quais conseqüências se seguirão ao seu descumprimento. Qualquer limite
deve ser o mais claro possível de modo a eliminar qualquer ambiguidade, deve
ser breve e conciso de modo a eliminar intermináveis rodeios e justificativas,
em outras palavras, deve-se ir direto ao ponto.
É importante agir
com firmeza e sem hesitação. Uma criança identifica quando um não pode ser um
talvez e, nesse caso, não irá cumprir o estipulado. Pais e professores
inseguros em suas decisões geram crianças que testam suas possibilidades, de
acordo com seus desejos, que nem sempre são os mais recomendáveis naquela
situação .
A palavra 'consistência'
é de extrema relevância na aplicação de limites anteriormente estabelecidos.
Quando se define que algo não pode ser feito, a regra não deve ser 'furada' de
acordo com o 'bom humor' do responsável pela criança e novas regras não devem
ser estipuladas baseadas no 'mau humor' de que as aplica. Não se volta atrás em
um limite anteriormente estabelecido sob pena de ensinar a criança ou o
adolescente que regras servem para ser descumpridas. Alguns pais discordam em
relação ao que é ou não permitido e, nesse caso, recomenda-se que conversem e
entrem num acordo sobre o que é básico cumprir, evitando confusão ou
manipulação por parte da criança.
As crianças não
ficam infelizes com a imposição de regras e limites. Pelo contrário, sentem-se
mais seguras sabendo o que podem ou não fazer, e podendo prever o que ocorrerá
em caso de descumprimento. Pais que não toleram a frustração momentânea de seus
filhos ensinam que deve-se obter tudo o que se deseja a qualquer custo e que
qualquer sofrimento é intolerável. Um limite não deve ser quebrado porque a
criança teve alguma reação negativa. É natural que ela teste os limites e é
função do adulto manter o que foi combinado anteriormente.
Os limites, uma
vez colocados, devem ser respeitados. Como fazer isso? Fornecendo as
conseqüências previstas para o seu descumprimento e das quais a criança já
deverá ter sido informada anteriormente (não brincar por não ter estudado, ir
para o quarto se estiver jogando tudo no chão, não ir ao shopping se a nota
tiver sido baixa etc.)... Não se deve acenar com uma conseqüência que não se
poderá fazer valer e nem estabelecer limites que não valem a pena ser
cumpridos.
É importante
dizer que, além de prover consequências restritivas ao descumprimento de
limites, conseqüências positivas devem se seguir ao cumprimento dos limites. A
criança deve ser incentivada a cumprir acordos com elogios, atenção e afeto
contingentes à adequação de seu comportamento no respeito aos limites. Mais e
melhor do que punir o inadequado é reforçar o que é adequado.
Muito mais
poderia ser dito sobre o assunto, mas vale enfatizar que os pais devem ser um
modelo de comportamento para os filhos. Nesse caso, não vale o 'faça o que eu
digo mas não faça o que eu faço'. Pais com dificuldades em seguir regras e limites,
que fazem as próprias leis e que desrespeitam normas e acordos em seus
relacionamentos pessoais e profissionais ensinam os filhos a fazerem o mesmo.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Festa da Família
Apresentação dos nossos alunos na festa da família - Setembro de 2010 -
Os arranjos musicais ficaram por conta da professora de música Cintia Mota
NOITE DO PIJAMA
Dia 01/11 realizamos nossa tradicional noite do pijama para os formandos.
A noite foi cheia de emoções, brincadeiras e muita alegria. Todos estavam lindos!!!! Esteve presente além dos formandos, as professoras Sabrina, Regina, Andressa e Jaqueline. O Professor Túlio não poderia faltar!!!! A paraninfa também abrilhantou a festa com a sua presença.
Depois de uma noite recheada de emoções, um delicioso café da manhã foi servido aos pais para dar encerramento a mais este inesquecível momento.
A direção agradece o carinho das pessoas que se esforçaram para que nossas crianças tivessem mais este momento de encantamento e magia.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
NOSSAS ATIVIDADES
Os Projetos escolares fazem parte do nosso currículo este ano foram apresentados vários trabalhos. Maternal II Alimentação saudável, Maternal III Animais, 1° Período As Tartarugas, 2° Período Folclore, 1° Ano Reciclagem. Confiram as fotos dos trabalhos.
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